Resenha:O poema que eu considerei mais bem elaborado estruturalmente entre todos. Formação clássica em soneto, com rimas bem elaboradas com distribuição curiosa. Tem um Q de Repente. Gostei muito.
O tema é tocante e recorrente. Sempre pensei que a literatura tem que ter isso: identificação. Nem que seja a identificação com algo que tememos. Dá-se à tragédia uma cara muito artística, com final trágico muito poético e a vida é assim mesmo, ao mesmo tempo em que é trágica é poética.
Resenha: Muito bonito o poema. A maneira com que a infância é retratada, a molecagem, a saudade desses tempos... e dá um ruim pensar que hoje as crianças não tem mais muito disso.
Mas o que mais me impressionou foi a identificação: a figura curiosa e amedrontadora do velho em que um dia a gente se transforma, a pessoa que nada diz, mas que já não tem aquele espírito... a vida.
Lógico que a gente não sabe o que o poeta quer dizer quando escreve, mas a gente adivinha conforme o poema tocou a gente, e eu penso que a saudade é o tema mais forte.
Mas a questão de sempre estar lutando contra alguma coisa também ficou forte. A vida é isso, são lutas diárias.
Esse é um poema sobre o qual eu escreveria páginas e mais páginas, não por chatice acadêmica, mas por prazer mesmo, porque ele é gostoso de ler e dá vontade de saber tudo sobre ele.
Resenha:
Ah! a poesia sobre o amor. Nunca sai de moda. O amor e o sofrimento que fica claro no último verso. A estrutura do poema me lembra bem a da vanguarda modernista, que me agrada bastante.
Mas o tema... eu não poderia deixar de escolher um poema de amor. Eles são os mais populares com toda a certeza. Porque não há quem um dia não tenha vivido um amor.
Gostei da maneira como ele é simples e claro e diz exatamente o que é preciso dizer. Desperta curiosidade, dava pra virar um conto, mas eu imagino mesmo ele em uma cena. Um poema que desperta a imagem na cabeça do que ele está dizendo. A cena roda inteira na imaginação. Me apaixonei por ele.
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